Isabela

Eu tenho uma família que desde sempre me ensinou o valor de uma família. Com os Antunes aprendi que nada é impossível para quem batalha, que pai e mãe merecem gratidão eterna, que precisamos estar juntos na alegria e na dor, que o Natal com mais de 60 pessoas é muito divertido, que a generosidade pode mudar a vida de uma pessoa. E foi essa generosidade que tornou a Isabela uma Antunes.

Ela tinha apenas um dia quando chegou na casa da minha vó pela primeira vez. E fez toda a família vibrar, se emocionar e se mobilizar. Enquanto tio Marcio e tia Bete estavam anestesiados com a chegada da filha que não geraram durante nove meses, minhas tias foram até a farmácia comprar coisinhas de primeira necessidade, minha mãe comprava as latas de leite, eu e uma prima abrimos os armários para separar roupinhas e meus tios corriam atrás de informação e documentação. Todos contagiados pela alegria de ver um casal que até a tarde do dia 25 de abril não teria filhos mudar toda a história do dia para a noite.

O tempo foi passando e Isabela se desenvolvendo de forma surpreendente, mostrando o quanto esse amor generoso vence qualquer obstáculo e transforma a vida. Minha tia tem um coração tão bom, está tão aberta a fazer o melhor pela filha, que busca as informações e experiências de outras pessoas para ajudar a Isabela. Já não é novinha como eu e não tem acesso às mesmas informações. Mas tira forças de onde só uma mãe consegue tirar para dar o melhor para a pequena. Não à toa, contrariando todas as expectativas, a danadinha rolou, engatinhou e andou antes de completar um ano. Sem falar que só anda toda linda e cheirosa!

Isabela é a prova da importância do amor no desenvolvimento de uma criança. Tia Bete é a prova de que o amor de mãe não tem limites. Tio Márcio é a prova de que a generosidade muda uma vida. Juntos, provam que a adoção é um ato de amor. Toda a criança tem o direito de viver em família e toda família deveria ver de perto uma experiência dessas. Faz a gente ser mais humano, pensar mais no próximo. Faz nossos filhos entenderem o verdadeiro sentido da vida. E é isso que realmente vale a pena!

Viver essa história é um privilégio, fotografá-los um grande prazer. Parabéns Bebela, parabéns família! Vocês me inspiram!

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ele

Por uma mãe (autor desconhecido)

“Ele é o nó no meu cabelo.
O esmalte descascado na minha unha,
as olheiras no meu rosto.
Ele é o brinquedo na gaveta de roupas,
o amassado nas páginas do meu livro,
o rasgado no meu caderno de anotações.
Ele é o melado no controle remoto,
o canal de televisão,
o filme no DVD.
Ele é o farelo no sofá,
As tesouras no alto.
Ele é o backup no computador,
o mouse escondido,
as cadeiras longe da janela.
Ele é a marca de mão nos móveis,
o embaçado nos vidros,
o desfiado nos tecidos.
Ele é o ventilador desligado,
a porta do banheiro fechada,
a gaveta da cômoda aberta.
Ele é o coque na minha cabeça,
o amarrotado nas roupas,
as frutas fora da fruteira,
os panos de prato amarrando os armários.
Ele é o meu shampoo cheio de água,
a espuma no chão do banheiro,
o brinquedo dentro da privada.
Ele é o interruptor nas tomadas.
Ele é o peixe no aquário,
a árvore de natal,
o “pisca-pisca” de todas as casas.
Ele é o círculo, o susto….
A primeira visão da lua no começo da noite….

O valor do trabalho, a vontade de aprender,
a minha força,
a minha fraqueza,
a minha riqueza.
Ele é o aperto no meu peito diante de uma escada,
a ausência de sono diante de uma febre.
Ele é o meu impulso, o meu reflexo, a minha velocidade.
O cheirinho no meu travesseiro,
o barulho,
a metade,
o azul.
Ele é o vazio triste no silêncio de dormir,
o meu sono leve durante a noite.
Ele é o meu ouvido aguçado enquanto durmo.
A minha pressa de levantar da cama,
a minha espera de bom dia.
Ele é o arrepio quando me chama,
a paz quando me abraça,
a emoção quando me olha.
Ele é meu cuidado, a minha fé,
o meu interesse pela vida,
a minha admiração pelas crianças,
o meu respeito pelas pessoas,
o meu amor por Deus.
É o meu ontem,
o meu hoje,
o meu amanhã.
Ele é a vontade,
a inspiração,
a poesia.
A lição, o dever.
Ele é a presença, a surpresa
a esperança.

A minha dedicação.
A minha oração.
A minha gratidão.
O meu amor mais puro e bonito.
A minha vida!”

Obrigada filho, por me fazer melhor e mais feliz a cada dia! Te amo!

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por que não?

Pensem comigo: o açúcar refinado, aquele branquinho, na verdade é marrom antes de chegar nas prateleiras do mercado. Sabe o que acontece no meio desse caminho? O homem, criador da façanha, extrai o açúcar da cana. Esse açúcar, mais conhecido com maskavo, tem um série de nutrientes. Para ser mais exata, em 100 gramas tem exatos 85 miligramas de cálcio, 29 miligramas de magnésio, 22 miligramas de fósforo e 346 miligramas de potássio. Para deixar mais bonitinho, o homem resolve clareá-lo. Para isso, utiliza um agressivo método de refino, no qual todos os nutrientes são reduzidos para menos de 2 mg por 100 gramas. Isso por si só já me convence a querer retardar o máximo possível a introdução do açúcar refinado à alimentação do Davi.

Mas não para por aí. Não existe na natureza nenhum composto isolado e concentrado como o açúcar refinado. A energia química representada pela glicose nos era fornecida em estruturas moleculares mais complexas como os açúcares compostos, encontrados nos cereais, nas frutas, nos tubérculos, nas raízes. O organismo sempre contou com a mastigação para gerar energia através da assimilação desses açúcares. Só que com o refino, tudo isso mudou. O açúcar branco é apresentado ao organismo dissolvido em forma de uma enorme carga de glicose, consequentemente prejudicial ao nosso corpo e a principal causadora da temida diabetes. (me corrijam se eu estiver errada, amigas nutricionistas).

Antes dessa “grande” descoberta, as pessoas estavam acostumadas a apreciar o sabor natural dos alimentos. Depois do refino, essa realidade mudou bastante. Com ela, surgiram doenças como a diabetes, obesidade, deficiência imunológica. As frutas deixaram de ser saborosas perante os biscoitos recheados, os doces, os refrigerantes. Ou alguém duvida que a coca-cola é muito mais gostosa do que um suco de laranja sem açúcar?

Eu me preocupo com isso. Acredito muito que a prevenção é o melhor caminho. Também tenho convicção que uma boa alimentação é fundamental para o bom funcionamento do organismo e na prevenção de doenças. Além disso, é comprovado que os primeiros dois anos de vida são fundamentais para a formação do paladar infantil. Se você mantém seu filho longe de todas as porcarias do mundo até dois anos, as chances de ele ter um paladar mais saudável aumentam.

Também me preocupo com o hábito alimentar da minha família. Sabem porque? Porque até bem pouco tempo eu comia muito mal. Muito mesmo. Legumes só batata e aipim, frutas só banana. Adorava frituras, hamburguer, cachorro quente, doces. Mas quando a gente decide ser mãe, a coisa muda e muito. No meu caso, antes de engravidar ainda descobri um tumor no ovário que apareceu inexplicavelmente. Preferi entender que a doença era o sinal de alerta do meu corpo de que algo de errado estava acontecendo. Buscando as possíveis causas cheguei ao excesso de trabalho e a alimentação pobre em nutrientes. Fiz uma ótima reeducação alimentar baseada na introdução de legumes e verduras variados e na redução drástica do açúcar do meu dia a dia. Há dois anos dei tchau aos refrigerantes, às bebibas com açúcar, ao óleo na cozinha. Os pratos ficaram mais coloridos e besteirinhas só na rua.

Na prática, trocamos o açúcar por maskavo (para café) e demerara para outras coisas. Biscoitos doces não entram mais no armário e nossa geladeira não vê refrigerante há muito tempo. Eu e o Davi só tomamos suco sem açúcar. O Leandro ainda não conseguiu se livrar dos del valles da vida mas concorda em manter o pequeno longe do açúcar. Só não conseguimos nos livrar do chocolate, nosso vício. No entanto, consumo com bastante moderação e falo sempre para o Davi que não é para bebês.

É claro que o Davi vai comer açúcar algumas muitas vezes na vida. Eu não sou ingênua de achar que sou capaz de impedi-lo por muito tempo. Nem quero! Radicalismo é coisa rara de se ver aqui em casa. A minha luta está em ajudá-lo a gostar menos dessa “droga” (posso chamar assim, né?) tão sedutora e destrutiva ao mesmo tempo. Quero mostrá-lo que o açúcar branco faz mal e que por isso deve ser a exceção do final de semana e não fazer parte do hábito alimentar. A minha busca é a alimentação consiente e com limites, baseada sempre na moderação e no equilíbrio.

Se você ainda não se convenceu ou acha que estou exagerando, não deixe de assistir o documentário “Muito Além do Peso”. É o choque de realidade que o mundo precisa para rever os seus conceitos.

a festinha do Vinícius

A festinha do Vinícius não poderia ser mais criativa. Tudo bem, eu sou suspeita para falar do tema porque amo praia e adoro o verão. Mas nunca tinha imaginado o quanto de elementos poderiam ser explorados na decoração. Eu não pensei mas a mamãe e a dinda do Vinícius pensaram. Não só pensaram como CAPRICHARAM. Quanta criatividade!!!!

O tema foi escolhido por conta do mês em que o Vinícius nasceu: fevereiro. E sabe o mais legal de tudo? A família toda se envolveu muito nos preparativos e na execução da festinha. A madrinha pensou em todos os detalhes, a mamãe colocou a mão na massa, o vovô lixou caixotes e emprestou o barco que fazia parte da decoração da própria sala, a super amiga fez uma parte dos docinhos, o papai encheu as bolas de gás, a vovó fez a salada de frutas, o amigo da família fabricou todos os pães do café-da-manhã em sua padaria e a mãe da amiga costurou todas as toalhas de mesa. Tem coisa mais deliciosa do que ter tanta gente querida fazendo de tudo para a comemoração do primeiro ano do Vinícius ser linda?

Alô, alô, família do Vinícius! Todos vocês estão de PARABÉNS!!!

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Esse bolo de castelinho de areia ficou TUDO. Foi difícil achar quem topasse fazer. Mas nada impossível para uma mãe e uma dinda com disposição. Para as interessadas de plantão, essa areia na verdade é paçoca. #vaigordinha!CL 0051 1 ano Vinícius CL 0047 1 ano Vinícius

Super curti os docinhos confeitados com côco. Um arraso!CL 0046 1 ano Vinícius CL 0044 1 ano Vinícius CL 0042 1 ano Vinícius

Acreditam que foi a mãe do Vinícius que fez esse painel? E como era grande, ela levou meses para finalizar…CL 0036 1 ano Vinícius

As bolas de gás transparentes rementendo às bolhas d’água ficaram demais!CL 0028 1 ano Vinícius CL 0026 1 ano Vinícius

A identidade visual também foi feita pela madrinha.CL 0025 1 ano Vinícius CL 0023 1 ano Vinícius CL 0006 1 ano Vinícius CL 0022 1 ano Vinícius CL 0020 1 ano Vinícius CL 0059 1 ano Vinícius CL 0018 1 ano Vinícius CL 0016 1 ano Vinícius CL 0015 1 ano Vinícius CL 0014 1 ano Vinícius

Para não colocar peixinhos vivos, a mamãe comprou bichinhos de tecido no Campo de São Bento. Mega original!CL 0031 1 ano Vinícius CL 0010 1 ano Vinícius CL 0032 1 ano Vinícius CL 0013 1 ano Vinícius CL 0008 1 ano Vinícius

E o Vinícius arrasou com o seu look surfista!CL 0074 1 ano Vinícius CL 0386 1 ano Vinícius CL 0557 1 ano Vinícius

Tudo dentro do que a gente acredita muito: criatividade, reciclagem e consumo consciente. Nota 10!

Fotos do Leandro Miranda, meu marido!

feliz páscoa

Que no dia de hoje possamos renovar os nossos sentimentos e renascer como pessoas mais humanas, mais altruistas, mais leves, mais felizes. Que os nossos filhos possam conhecer o verdadeiro significado deste dia tão especial para os cristãos e para todos que admiram a trajetória de Cristo. Que a gente viva num mundo melhor ano após ano. Feliz Páscoa!

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Nem preciso dizer que o pequeno ainda não tem direito à chocolate, né?

de repente 30

Clichê não é meu forte! Meu trabalho não é muito convencional, a minha família também não. Vou à praia às sexta-feiras, geralmente não posso tomar chopinho com as amigas no sábado e ainda tenho esperança de ir ao teatro com o meu loiro durante a semana. Se vou viajar abro mão dos pontos turísticos para conhecer aquele lugarzinho desconhecido maravilhoso. A próxima mini lua de mel com o marido provavelmente vai ser na travessia Petrópolis-Teresópolis. E não gosto muito de temas tradicionais para o aniversário do Davi. Mas desse clichê não deu para fugir: de repente, muito de repente, eu fiz 30 anos!

Uma amiga sempre diz que contar anos com números é um grande equívoco. Concordo muito! Intensidade é muito diferente de quantidade. Em meio a essa loucura toda que vivemos nos dias atuais, a intensidade com que desfrutamos das belezuras da vida vale muito mais do que qualquer número. E disso felizmente não tenho do que reclamar. A vida tem sido generosa comigo. Digo com convicção: não poderia ter chegado aos 30 mais feliz! Filho lindo em todos os sentidos, casa com cara de lar, religiosidade aflorada, marido sempre junto, passeios de bicicleta com vento forte na cara, praia com amiga, cachorro que parece gente, família presente, viagem marcada, jornalismo de volta, etc, etc, etc.

No entanto, antes de todas essas coisas boas aí de cima e depois de muito quebrar a cara, aprendi um valioso ensinamento. Ou vocês acham que eu não tenho problemas? Tenho sim, muitos. Alguns sérios até. Quem tá do meu lado sabe. Mas aprendi com a vida que para ser feliz precisamos ver as coisas pelo lado positivo. E assim tento viver dias após dias. Sempre buscando o lado positivo do Leandro, do trabalho, de ter tido uma infecção urinária numa semana que não tinha casamento, do porque de uma amizade aparentemente enfraquecer.

É por isso que estou sempre por aqui compartilhando a minha felicidade. Aliás, coisa que não é lá muito fácil para mim. Na verdade, me obrigo a isso. Me obrigo a mostrar para mim mesma o quanto de motivos tenho para só sorrir mesmo podendo parecer soberba para alguns olhares. E hoje, se Deus falasse para mim que só tenho direito a escolher um presente, eu escolheria serenidade para viver dessa forma para sempre. Obrigada vida, obrigada Deus! Muitos anos de felicidade para mim!

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Esse post era para ter ido ao ar de manhã mas entrei nos 30 com emoção total. Passei a primeira madrugada em claro com meu loiro. Do nada, ele começou a vomitar muito. Durante o dia teve diarréia e tá meio quentinho, em estado febril. Fomos premiados com a primeira virose. Mas, graças a Deus, ele passou o dia bem disposto, brincando e cantando muitos parabéns para a mamãe. Eu passei o dia do ladinho dele, bem feliz, ao lado da família que tanto amo. Para que mais? Taí mais um chance de ver o mundo com os meus melhores olhos!

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Fotos da minha querida amiga, Aline Machado.

a primeira merda fenomenal

Há tempos estamos avisando que essa história de subir no aparador não ia dar certo. Mas não adiantou, meu loiro tá cada dia mais alpinista. É a brincadeira favorita: subir no sofá, na escada, no escorrega, no velotrol, na mesinha de atividades. Coisas que a psicomotricidade faz pelo seu filho.

Ontem, quase na hora de dormir, estava na cozinha preparando o jantar. O Leandro brincava com ele na sala e se distraiu com a propaganda do Globo Repórter. Foi a deixa que o pequeno precisava para mais uma investida. De repente, um mega estrondo. Coração bateu forte, as pernas bambearam. Saí correndo da cozinha ao som dos gritos desesperados de calma do Leandro. Sempre digo que esse “calma” do Leandro deixa o Davi mais apavorado ainda.

Cheguei na sala e encontrei meu loiro soterrado debaixo do aparador. Detalhe: o tal móvel é de madeira de demolição. Pesadíssimo, define! Só dava para ver os bracinhos e pezinhos balançando desesperados. Já estava certa que ele estaria com a cara toda cortada e que teríamos que sair correndo para o hospital. Cheguei a fechar o olho enquanto o Leandro fazia o resgate, da mesma forma que fazia ainda criança quando tentava assistir um filme de terror com os primos (sempre fui a mais cagona!).

No móvel estavam um baú de madeira, um vaso de planta e uma laterna decorativa. O vaso se espatifou e espalhou terra para tudo que é lado, inclusive na cara do Davi. Tadinho, ficou com o rosto cheio de terra. Era muita, nos olhos, na boca, na mão. E quanto mais chorava mais engolia. No desespero não consegui esboçar nenhuma reação. Fico estatalada em situações de pânico. Ri, chorei, abracei, tentei mostrar a cena do crime. Corremos para o banho para ver a real situação do pequeno. Aparentemente nada grave, apenas escoriações leves pelo corpo.

Reforcei ainda mais o meu lema de vida: Deus protege! E algo me diz que o ocorrido foi apenas o prenúncio de uma nova fase. Que Deus me proteja e cuide da saúde do meu coração!

Abaixo, a reconstituição da cena:

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o batizado da Maitê

Esse blog me faz muito feliz e eu não escondo isso de ninguém. Me faz feliz porque eu posso guardar as minhas histórias com o Davi, porque me reencontrei com o jornalismo, porque me aproxima de outras pessoas, porque compartilho as dificuldades e felicidades da vida. E me faz mais feliz ainda quando eu fico sabendo de pessoas que se inspiraram com as minhas histórias. Assim foi com a Natalia e sua família fofa e linda.

Um belo dia escrevi sobre o batizado do Davi e nossa relação com Deus. Se tem uma coisa que me faz bem é o contato com Ele, através da minha religião. A Natalia leu, procurou informações da Igreja Messiânica na internet e visitou o Johrei Center mais próximo. Se identificou com a filosofia messiânica, passou a frequentar e se tornou membro. Eu de nada sabia até que a minha mãe a encontrou num culto e me contou. Era a resposta divina que eu precisava para continuar compartilhando as minhas histórias. Naquela época, me questionava intensamente se deveria ou não continuar escrevendo.

Depois disso a Maitê nasceu e eles decidiram apresentá-la à Deus lá. Eu fiz questão de fotografá-los nesse momento único na vida da família. E adorei! Que família fofa, que bebê linda! Sorridente toda a vida, a Maitê faz todo mundo se derreter de amores.

Natalia e Felipe, desejo toda a proteção de Deus na vida da Maitê. Que vocês sejam sempre muito felizes!!

E antes que me esqueça, a Natalia também escreve sobre a vida da Maitê aqui. Vale a leitura!

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Depois da apresentação a família e alguns amigos se reuniram para um almoço num bistrô mega fofo aqui em Niterói. A Natalia quis fazer algo simples para não ter muito trabalho. CL 0257 Batizado Maitê CL 0233 Batizado Maitê CL 0231 Batizado Maitê CL 0237 Batizado Maitê CL 0238 Batizado Maitê CL 0242 Batizado Maitê

De lembrancinhas tinham garrafinhas de água mineral e mudinhas de árvore da felicidade. Eu já plantei a minha!CL 0247 Batizado Maitê CL 0249 Batizado Maitê CL 0265 Batizado Maitê CL 0271 Batizado Maitê CL 0272 Batizado Maitê CL 0277 Batizado Maitê CL 0293 Batizado Maitê CL 0300 Batizado Maitê CL 0308 Batizado Maitê CL 0313 Batizado Maitê CL 0320 Batizado Maitê CL 0350 Batizado Maitê CL 0364 Batizado Maitê CL 0388 Batizado Maitê CL 0407 Batizado Maitê CL 0439 Batizado Maitê CL 0452 Batizado Maitê CL 0454 Batizado Maitê

Tem coisa mais deliciosa do que participar assim da vida das pessoas? Obrigada, Deus!